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Como gerir o talento?

Num artigo da Human Resources, Isabel Moço, professora e coordenadora da Universidade Europeia, argumenta que a gestão do talento se alterou por completo com a chegada de uma pandemia, que veio baralhar as prioridades das empresas, ficando o talento numa espécie de “limbo”.

O que é, então, a gestão sustentável do talento, tal como a autora propõe? Resumidamente, a gestão do talento passa pela experiência sustentável de cada colaborador, que gera competitividade, agrega valor e proporciona dividendos. Segundo a professora, esta gestão desenvolve-se em três níveis: tem de ser pensada de forma estratégica, prestando atenção aos recursos disponíveis, tem de estar ligada aos processos tecnológicos (perspectivando como se adaptam as pessoas à tecnologia e não o contrário) e, por fim, tem de valorizar o perfil da pessoa, as suas competências e o seu potencial.

De forma a pôr em prática esta gestão, as empresas terão de se guiar pela cultura da organização, comungando o indivíduo dos valores da empresa em que se insere, focando-se no planeamento das ferramentas de apoio, na facilitação do trabalho e nos resultados. Assim, a gestão sustentável do talento gere-se por duas frentes: uma de orientação de talentos (com principal enfoque no trabalho de equipa, no planeamento de carreira e na comunicação) e a de experiência de talentos (atendendo sempre ao “significado pessoal que o talento atribui ao que temos, fazemos e somos”, ao “potencial de desenvolvimento percebido e permitido” e à “identidade e relações que se estabelecem”).

Em tempos difíceis, é possível voltar a valorizar e a potenciar o talento, sempre intimamente ligado com o trabalho desenvolvido pela empresa em que o colaborador opera. É tudo uma questão de organização, planeamento e atenção.

A nossa missão é garantir que a mente
humana é o recurso profissional mais valioso.
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